Essa não é uma história sobre correr rápido. É uma história sobre decidir mudar quando tudo parecia difícil demais.

O Gustavo é anestesiologista. Vida de plantões, rotina caótica, alimentação desregulada, saúde deixada de lado.

Quando percebeu, o corpo já dava sinais claros. Falta de fôlego para caminhar 500 metros. Sono ruim. Cansaço constante. Em janeiro de 2025, a balança marcou 128 kg.

Foi ali que ele fez um acordo consigo mesmo. Tentaria uma última vez mudar de verdade. Se não desse certo, partiria para a bariátrica.

A corrida entrou quase por acaso. Conteúdos no Instagram. Um dia, o Corrida Perfeita apareceu. E veio o pensamento simples. Por que não tentar?

No início, correr era sinônimo de esteira, monotonia e sofrimento. Mas algo mudou. O primeiro treino tinha 3 km. O seguinte, 3,5 km.

Depois vieram estímulos diferentes, HIIT, Fartlek, regenerativos. Cada treino era um pequeno desafio novo. Pela primeira vez, a corrida não era chata. Ela fazia sentido.

E então surgiu uma meta. Uma que ele nunca imaginou ser possível. Correr a São Silvestre.

A mesma prova que ele sempre assistiu pela TV no interior. A festa. As fantasias. A energia. Algo distante demais para alguém que, meses antes, mal conseguia caminhar.

A transformação não foi só física. Foi mental.

As desculpas apareceram. Esperar o tênis. Esperar o dia ideal. Até que um dia ele calçou o tênis, saiu no calor e foi. Andando quando precisava. Sem parar. Exausto, como se tivesse feito uma maratona.

Treino após treino, a evolução veio. Mais distância no mesmo tempo. Mais velocidade. Mais resistência. O peso começou a cair. O estresse diminuiu. O corpo respondeu. A mente também.

Vieram semanas difíceis. Trabalho pesado. Cirurgias. Falta de tempo. Longão feito na esteira em um dia de 35 graus. Nada perfeito. Mas os treinos foram feitos. E isso era o que importava.

A ansiedade aumentou quando faltava menos de um mês. Medo de não concluir. Não por causa dos outros, mas por ele mesmo.

Chegou a véspera. Ele não tinha expectativa de tempo. Tinha um objetivo claro. Concluir. Contemplar o ano mais transformador da vida.

A prova foi dura. Muito calor. A famosa subida da Brigadeiro apareceu no quilômetro 13. E ali, ele puxou força de tudo que viveu naquele ano. Cada treino. Cada dia difícil. Cada decisão de não desistir.

E então acabou. Ele completou.

Apesar de ter corrido abaixo de 1h40 em seus primeiros 15km, não foi sobre o tempo essa prova. Foi sobre atravessar a linha sabendo que saiu de um ponto onde nada disso parecia possível.

Em um ano, o Gustavo saiu dos 128 kg, chegou aos 86 kg e completou a centésima São Silvestre.

Essa história não é exceção. Ela é o resultado de método, constância e suporte profissional real.

Se você sente que precisa de um plano.
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Se sente que precisa de alguém do seu lado no processo.

O Clube Corrida Perfeita existe para isso.

Treinos personalizados. Treinadores de verdade. Evolução possível, sustentável e segura.

Se o Gustavo conseguiu, talvez a próxima história que vamos contar de superação seja a sua.

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